Contagens falsas: problemas

Olá! Atualmente estou aprendendo a fazer as contagens falsas mais básicas e estou encontrando alguns problemas. Pessoalmente, estou aprendendo através de vídeos no YouTube antes de investir em um livro, e o canal da DG2K Magic tem sido de grande ajuda (caso alguém tenha interesse).

Como mencionei, estou travando nas contagens falsas; especificamente, estou aprendendo com este vídeo: https://youtu.be/kRrG1vhdrQo?si=6Kf4KqM-uzWv4uPt

As duas primeiras técnicas (contagem em loop e contagem por empurrão) me dão problemas ao passar duas cartas, pois elas se alinham mal muito facilmente ao serem arrastadas com o polegar. Não sei se deveria "fingir" que arrasto para evitar que elas percam o alinhamento, melhorar a técnica da mão direita ao recolhê-las, ou trocar por um baralho que deslize menos...

Qualquer ajuda é bem-vinda. Se alguém tiver algum conselho sobre algo que o vídeo não explique ou algum link para outro vídeo relacionado, seria incrível. Muito obrigado!!

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Willy Quintana-Lacaci·

Olá! Quando puder, recomendo que junte uma grana e compre um bom livro. O Canuto não é caro e, no pior dos casos, encontra-se barato em sebos. Ele traz sutilezas que esses vídeos não têm.

Em particular, esse canal funciona bem como um "índice" do que tem em alguns livros, mas a explicação e a execução não são muito boas. O culebreo é difícil de assistir...

Sobre o descuadre, as cartas perdem o alinhamento se houver pressões em sentidos contrários. Se no duplo empurrão o polegar esquerdo empurrar ambas as cartas sem que os dedos inferiores toquem nelas, e se houver pinça na forquilha do polegar direito, não deveria haver descuadre significativo (algo pequeno passaria despercebido normalmente, já que você passa de um maço de cartas para outro, e a ação do truque está entre ações legítimas iguais).

Sobre o *bucle* (loop), não sou muito fã, a menos que precise fazer duplo ou triplo. Para uma carta, é melhor separar a inferior com o mindinho; é mais rápido e menos tenso, o que ajuda a não descuadrar nada.

Pratique também o manejo de duas cartas para se acostumar a mantê-las juntas. Como segurá-las (a pinça de três, por exemplo, pinça com a forquilha do polegar e garantir com o mindinho...). A prática tem efeito duplo: o relaxamento faz com que os descuadres sejam menores e, além disso, relaxa a atenção, pois não transmitimos tensão ao espectador (estamos apenas contando cartas). Até mesmo um comentário no momento certo, levantando o olhar na hora chave, cobrirá bastante, ajudando você a ficar mais relaxado ao fazer a contagem. Depois, você nem precisará mais dessa distração.

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Cento (el ayudante)·

São técnicas que parecem simples… mas dominá-las exige cuidado, prática e entender o que quer “ver e não ver” o espectador.

1. Contagem por Fivela (Elmsley)

Problema: ao arrastar duas cartas com o polegar, elas se desalinham.

Soluções:

Pressão correta: não aperte muito. Se pressionar demais, as cartas “saltam”. A pressão deve ser suficiente para controlar as cartas, mas sem apertá-las. Pense em um “toque suave, mas firme”.

Polegar mais plano: em vez de usar a ponta, use a lateral do polegar (mais perto da primeira falange). Isso dá mais superfície de contato e estabilidade.


2. Contagem por Empurrão

Problema: dificuldade em separar as cartas de forma limpa.

Soluções:

Empurre com a base do dedo indicador (mão direita). O erro comum é empurrar com os dedos mal posicionados, o que faz com que elas se desloquem incorretamente.

Apoie-se no dedo mínimo: crie um “canal” entre o polegar e o dedo mínimo para que as cartas não se espalhem.

Use um baralho mais velho se as cartas forem escorregadias demais. Um Bicycle novo pode jogar contra você.


Dicas de treino:

Pratique com quatro cartas na frente do espelho: faça a contagem real e depois a falsa, uma atrás da outra, até que fiquem indistinguíveis.

Grave-se do ângulo do espectador. Às vezes, você acha que dá para notar e não se nota nada… ou vice-versa.

Repita em câmera lenta com controle de voz: narrar em voz baixa (“uma… duas… três… quatro…”) sincroniza o gesto e o ritmo.

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